
Gestão tradicional vs. geogestão: 5 diferenças que revolucionam a organização dos processos na sua empresa
- GoDoWorks
- 14 de junho de 2021
Ouvimos isso todos os dias: dinamismo, agilidade, estar na vanguarda — só assim nossa empresa vai se posicionar em ecossistemas de negócios cada vez mais competitivos. Para as empresas, trata-se de não parar um instante na corrida para se ajustar e atender às exigências da demanda e à qualidade de serviço combinada com seus clientes; isso, somado às mudanças tecnológicas em que estamos inevitavelmente imersos, exige uma enorme capacidade de adaptação.
Qual é a chave, então, no caminho para melhorar o serviço e atrair mais clientes? Simplesmente melhorar — ou melhor, revolucionar — nossa forma de gerir processos. A gestão tradicional não contempla os processos fora do escritório, fora da proximidade física com os colaboradores e do contato cara a cara… com dificuldade, somamos às nossas equipes a mensagem instantânea, e sempre com um pé na possibilidade de que ela gere ruído.
Manter a força de trabalho unida e conectada é essencial, além de criar processos harmoniosos e fluidos, que se adaptem à nossa forma de trabalhar e que não tragam em si nenhuma dificuldade administrativa que funcione como freio. Obter processos simples e centralizados em um contexto de dispersão geográfica é o desafio, e a solução é um novo modelo de gestão de processos. Na GoDoWorks, dedicados há uma década a aperfeiçoar as soluções desse novo modelo, chamamos isso de geogestão.
1. A geogestão se baseia na mobilidade e usa a conectividade como ferramenta
Enquanto os processos de gestão tradicionais estão presos a suportes físicos e fixos — um escritório ou qualquer espaço fixo de trabalho —, a geogestão trabalha no paradigma da mobilidade e, portanto, da adaptabilidade.
Graças à conectividade dos dispositivos móveis, não precisamos limitar o alcance operacional da nossa força de trabalho nem perder em qualidade de comunicação, de acompanhamento, de monitoramento, de rastreabilidade das operações ou de eficiência no registro dos processos. Tudo isso está incluído, digitalmente, na geogestão e nos processos de registro digital do trabalho, em um paradigma de mobilidade.
2. A geogestão considera o conhecimento uma ferramenta indispensável e dele extrai ganhos de eficiência e produtividade
É imprescindível conhecer o serviço que prestamos, o tempo de resposta que caracteriza as operações em campo da nossa força de trabalho, o atendimento cara a cara aos clientes. Na gestão tradicional, esses dados vêm de processos administrativos complicados, presos ao uso do papel e às ineficiências que isso traz. Além de serem menos confiáveis que os registros digitais e de gerarem redundâncias no fluxo de trabalho, não servem como solução em tempo real.
A geogestão é capaz de nos dar a informação de que precisamos, na hora. Isso nos permite dar resposta imediata à demanda e resolver problemas no momento. Dá a possibilidade de organizar e coordenar com eficiência os colaboradores onde quer que estejam e gera insights valiosos de business intelligence.
3. A geogestão se baseia na maturidade: maturidade tecnológica, operacional e de gestão de pessoas
Equipar a força de trabalho com ferramentas digitais gera um ajuste de processos que fortalece todos os envolvidos. Os operadores em campo, com ferramentas melhores, ficam mais motivados e mais integrados aos processos que executam. A coordenação dos processos, por parte dos supervisores, fica mais transparente e cada um pode se concentrar melhor no cumprimento das tarefas, graças à simplicidade dos processos e à sua clara sistematização.
4. A geogestão integra aos seus processos fornecedores e clientes finais
Essa conectividade digital também permite incorporar o feedback do cliente final e dar a ele informação sobre os serviços que o ligam à nossa empresa. Ou seja, a geogestão é uma ferramenta que também melhora as relações com os clientes. Dá a possibilidade de conhecer e satisfazer melhor o cliente, ampliar o relacionamento com ele, oferecer confiança no cumprimento do serviço e negociar contratos melhores no futuro.
Por outro lado, a geogestão permite levantar informação importante da nossa relação com fornecedores, facilitando os processos de faturamento. Em vez de normalizar o faturamento com semanas de atraso, é possível faturar de imediato. Também se obtém rastreabilidade na compra de insumos, o que pode ser de importância vital para avaliar o desempenho e a saúde das nossas operações e das nossas finanças.
5. A chave da geogestão é a centralização de processos
Uma empresa pode ter o melhor ERP (sistema de planejamento de recursos empresariais), o melhor CRM (gestão de relacionamento com o cliente) ou o melhor Service Desk, mas se ainda precisa centralizar informação, está operando com gestão tradicional. A geogestão, em compensação, é um modelo de gestão que reúne e sistematiza os processos e a informação obtida no paradigma da mobilidade, ou seja, que centraliza automaticamente informação dispersa.
Dessa centralização vêm, de um lado, a simplicidade administrativa e, de outro, uma adaptação melhor à demanda. Por acabar com os registros em papel, ela aumenta a eficiência dos processos de registro e dos processos administrativos relacionados.
Além disso, sistematiza a informação levantada: gera estatísticas e possibilita análises em tempo real, com imediatismo. Portanto, a geogestão nos permite nos adaptarmos à demanda com facilidade, melhorar o desempenho e estar mais bem preparados, no longo prazo, para enfrentar a demanda do futuro.
Na busca por ferramentas melhores para impulsionar a produtividade, é hora de pensar no futuro dos modelos de gestão. Equipar as empresas com as ferramentas desse futuro é a nossa missão aqui na GoDoWorks.
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