Software para manutenção de elevadores
GoDoWorks é uma plataforma de Field Service Management para empresas que instalam e mantêm elevadores, monta-cargas e escadas rolantes: planeja as rotas de cada equipe, controla o cumprimento do SLA, registra cada intervenção pelo celular do técnico e dá rastreabilidade ao estoque de peças.
Há mais de cinco anos trabalhamos com empresas de transporte vertical em mais de dez países da América Latina. O que vem a seguir são os quatro problemas que sempre aparecem neste negócio e o que a plataforma faz com cada um.
Os quatro problemas do negócio
Os equipamentos estão espalhados pela cidade inteira
Os elevadores ficam em residências, edifícios de escritórios, fábricas e centros comerciais: os pontos de serviço estão espalhados por todo o território e cada deslocamento é pago em horas e em combustível. A plataforma monta a rota de cada equipe conforme a distância, o tempo e a especialidade de quem a integra. Reduz o tempo ocioso em até 30 % e diminui o gasto com deslocamentos e o desgaste dos veículos.
O SLA é descumprido por falta de tempo ou de peças
Um elevador parado é um ponto crítico para o cliente, e o contrato costuma punir o descumprimento com multa. Os dois motivos habituais são sempre os mesmos: não chegar a tempo ou chegar sem a peça. Com a agenda, a roteirização e o estoque no mesmo sistema, cumprir deixa de depender da sorte e passa a ser resultado de um processo organizado.
O papel atrasa o faturamento em quatro semanas
Quando cada serviço é registrado em uma ficha de papel, as fichas chegam atrasadas, são lidas errado ou se perdem. Isso atrasa o faturamento em cerca de quatro semanas desde que o trabalho foi feito e leva embora cerca de 1 % do faturado, com impacto de 8 % a 10 % no fluxo de caixa anual. Registrando pelo celular, o dado chega ao faturamento na hora e o recebimento é antecipado em três a quatro semanas.
As peças são caras e se perdem
Neste ramo os insumos pesam muito na rentabilidade final. A plataforma dá rastreabilidade de cada peça com seu responsável, então as perdas ficam menos frequentes, e estima com modelos preditivos o fluxo de peças necessário para cumprir os serviços sem imobilizar capital em estoque que não será usado.
O que uma empresa de elevadores usa
Manutenção preventiva programada
Cada equipamento com seu plano e sua periodicidade. O sistema gera as ordens sozinho e avisa antes do vencimento, para que a preventiva não seja adiada até virar corretiva.
Atendimento de emergências
Um elevador parado — ou com gente dentro — entra como urgência, é atribuído ao técnico mais próximo com a especialidade certa e fica com seu relógio correndo contra o SLA contratado.
Evidência de cada visita
Fotos, assinatura do síndico ou do responsável pelo prédio, peças usadas e tempos reais, tudo pelo celular. É o que respalda a fatura e o que se mostra quando o cliente questiona se o serviço foi feito.
Histórico por equipamento
Cada elevador tem sua ficha: o que foi feito, quando, por quem e com quais peças. É a base para decidir se vale seguir consertando um equipamento ou se é hora de modernizá-lo.
Rastreabilidade do estoque
Qual peça saiu do depósito, quem está com ela e em qual equipamento foi parar, com estimativa do consumo futuro para comprar a tempo sem excesso de estoque.
Integração com o ERP
O serviço fechado na rua viaja até o sistema de faturamento sem que ninguém digite nada de novo — que é de onde saem as quatro semanas de atraso.
Normas e auditorias
A manutenção de transporte vertical é auditada contra normas que mudam com frequência, e quem precisa comprovar é a empresa que mantém os equipamentos. Com o histórico e a evidência de cada intervenção registrados por equipamento, o dossiê que uma auditoria pede se monta com o que já está carregado, sem reconstruir nada à mão. As que costumam se aplicar na região:
- EN 81-20 e EN 81-50 — requisitos de segurança para a construção e instalação de elevadores.
- ISO 25745 — eficiência energética de elevadores e escadas rolantes.
- ASME A17.1 / CSA B44 — segurança em projeto, operação, inspeção, teste e manutenção.
Como escolher um software de manutenção de elevadores
Todas as opções do ramo mostram uma lista de funções parecida. Estes são os seis pontos que decidem se uma ferramenta aguenta numa operação de transporte vertical, e vale perguntá-los em qualquer demonstração, inclusive na nossa.
Agenda e despacho montados sobre a rota
Vale perguntar se o sistema monta a rota conforme a distância, o tempo e a especialidade de cada técnico, e o que acontece quando entra uma emergência com o dia já começado. O trabalho em elevadores não é uma lista fixa: um equipamento parado reorganiza a jornada, e uma ferramenta que não consegue redespachar sem refazer a agenda inteira acaba sendo tocada por telefone.
Ordens de serviço que deixam evidência
Cada visita deveria fechar com fotos, a assinatura do síndico, as peças usadas e os tempos reais no local. É isso que sustenta a fatura quando um cliente questiona se o trabalho foi feito, e é isso que uma auditoria pede. Se a prova vive num fio de mensagens, ela não existe.
Estoque de peças, e não uma contagem
Neste ramo os insumos pesam muito na rentabilidade. O que importa não é o total do depósito, e sim qual peça saiu, quem está com ela e em que equipamento ela terminou, mais uma estimativa do que será consumido, para comprar a tempo sem imobilizar capital.
Contratos e SLA por cliente
Os contratos punem o descumprimento e cada um tem suas próprias condições. O sistema deveria levar o relógio de cada contrato separadamente e mostrar quais estão em risco antes de a multa cair, não informar no fim do mês.
Um aplicativo que funcione sem sinal
Casas de máquinas e subsolos não têm sinal. Se o técnico precisa sair até a rua para registrar o trabalho, o trabalho é registrado à noite e de memória, ou não é registrado. Vale conferir se o aplicativo captura sem conexão e sincroniza quando o sinal volta.
Integração com o sistema de faturamento
É daqui que saem as quatro semanas de atraso. Se um serviço fechado em campo precisa ser digitado de novo no ERP, o atraso e os erros de transcrição voltam por melhor que seja o resto do sistema.
Perguntas frequentes
- Serve para uma empresa que só faz manutenção, sem instalação?
- Sim. A preventiva programada, o atendimento de emergências e o controle do SLA são justamente o núcleo de uma operação de manutenção. A obra de instalação é gerenciada no mesmo sistema quando existe, mas não é necessário tê-la.
- Quantos equipamentos são necessários para fazer sentido?
- Não há um mínimo. O problema que resolve — equipes espalhadas, SLA descumprido e faturamento atrasado — aparece assim que há mais técnicos na rua do que capacidade de acompanhá-los de perto.
- O técnico precisa de sinal para trabalhar?
- Não. O aplicativo funciona sem conexão e sincroniza quando o sinal volta, que é o normal em uma casa de máquinas ou em um subsolo.
- Dá para conectar com o sistema de faturamento que já usamos?
- Sim. A plataforma se integra ao ERP para que o serviço fechado na rua chegue ao faturamento sem recarga manual.
- O que é um software FSM para elevadores?
- FSM é a sigla de Field Service Management: software para o trabalho que acontece fora do escritório. Aplicado a elevadores, planeja as visitas preventivas, despacha as emergências para o técnico mais próximo com a especialidade certa, registra cada intervenção pelo celular e guarda o histórico de cada equipamento. A mesma categoria aparece nomeada como software de manutenção de elevadores, software de gestão de elevadores ou software de assistência técnica para elevadores: a diferença costuma estar no nome, e não no que as ferramentas fazem.
- Inclui estoque de peças?
- Sim. Cada peça fica rastreada com quem está com ela e em que equipamento terminou, e os modelos preditivos estimam o fluxo de peças necessário para cobrir os serviços programados. Assim se compra a tempo sem deixar capital imobilizado no depósito.
- Como funcionam a agenda e o despacho?
- A manutenção preventiva é programada por equipamento com sua própria frequência e o sistema abre as ordens de serviço sozinho, antes do vencimento. As emergências entram na mesma fila e vão para o técnico mais próximo com a especialidade certa, com a rota refeita conforme distância, tempo e disponibilidade.
- Controla o cumprimento do SLA por contrato?
- Sim. Uma emergência começa seu relógio contra o SLA contratado no momento em que entra, então os tempos de resposta e de resolução são medidos contra o que cada contrato compromete, em vez de reconstruídos no fim do mês.
Como seguir
Esta página descreve o setor. O produto que o atende é o GDW Services, a solução da GoDoWorks para serviços técnicos e instalações, onde os elevadores são o primeiro de seus ramos.